A Segunda Guerra Mundial foi o evento da História mais cruel pelo qual a humanidade já passou. O preconceito se alastrou e institucionalizou-se, resultando no holocausto. Para lutar contra o Nazismo, o mundo precisou se unir. De um lado, os EUA, capitalistas. De outro, a URSS, comunista. Juntos, caminharam pela Europa para eliminar os exércitos da Alemanha de Hitler.
O maior conflito do mundo repercute até os dias de hoje. E como não poderia deixar de ser, muitas histórias atuais procuram reviver essa época e traçar o significado do que tal violência significou. Um filme que faz isso é o romântico, emocionante, repleto de drama, e que entra na programação desta semana, “Diário de uma Paixão” (2004).
O enredo traz um homem que lê, todos os dias, um diário para uma velhinha em uma casa de repouso. O diário traz a história de um casal. Noah (interpretado por Ryan Gosling) é um operário que se apaixona por Allie (Rachel McAdams), filha de pais abastados. O amor estaria fadado ao fracasso, uma vez que o casal precisa enfrentar a resistência dos pais de Allie. Mas a Guerra é o contexto da história, e Noah, convocado, precisa partir para a luta.
Anos se passam e, quando ele retorna, descobre que Allie está noiva de outro homem. Agora precisa restaurar a paixão e vencer os obstáculos impostos pela família da moça para ficar com ela. O filme é uma metáfora de amor, e uma metáfora para a Guerra. Noah vai para o campo de batalha, mas sua maior luta é travada no campo do preconceito. Precisa vencer as convicções segregarias da família de Allie para reconquistá-la, enquanto Alie precisa encarar o trauma da ruptura que tal amor traria para sua vida.
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